O vigilante aumentado: a inteligência artificial como braço direito da segurança privada
Por leitores@sabado.pt (Sábado) · 10 de outubro de 2026 às 08:00
A máquina vê mais, mais depressa e sem cansaço. Mas continua a não saber o que está a ver. É aí que começa, e não acaba, o trabalho do vigilante.
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